“Varejo em Ação” ajuda empresas do interior a crescer

Crédito: Marcelo Victor – Campo Grande News
O empresário Amilton José do Pilar começou em junho de 2006 seu próprio negócio, a Stilo Segurança, que presta serviços de segurança em São Gabriel do Oeste, região Norte de Mato Grosso do Sul. Mas a grande mudança em seu empreendimento veio depois da participação dele no Varejo em Ação, metodologia do Sebrae que trabalha em conjunto com os empresários as potencialidades dos empreendimentos.

“Nós tinhamos uns 15 ou 20 funcionários há um ano. De lá para cá chegamos a quase 130 funcionários e estamos atuando no Estado inteiro”, comemora Amilton Pilar. Ele conta que, apesar de ser um serviço, o que foi ensinado no Varejo em Ação foi muito útil para sua empresa, “porque a gente vende o nosso serviço também”.

Em palestras, cursos e exemplos de venda, o empresário foi adaptando ao seu negócio, transformando o conhecimento em prática rapidamente. “Nós começamos a participar de licitações, que é uma coisa que achávamos que era difícil, e através do projeto nós vimos que não era impossível, que era só buscar informação”. Continue lendo

Empresária de Coxim vence Prêmio Sebrae Mulher de Negócios

Crédito: Luiz Henrique – Sebrae/MS

Para a empresária Cátia Softov tudo começou na pequena Coxim, cidade de 30 mil habitantes na região norte de Mato Grosso do Sul, aos 15 anos de idade, quando ainda ajudava o pai, padeiro, a vender sonhos de porta em porta. Hoje, ela comemora orgulhosa a vitória de seus 25 anos de empreendedorismo com o troféu de primeiro lugar na etapa estadual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios.

“A emoção começou ao contar minha história. Revivi a morte do meu pai, toda a minha luta e agora estou colhendo o resultado de muita dedicação”, conta Cátia durante a premiação na terça-feira, 30, em Campo Grande (MS). Sua empresa, a Panificadora Softov, é considerada o ‘Shopping de Coxim’ segundo ela relata. A empresa atende em média 500 clientes por dia, oferecendo além de pães e doces tradicionais, receitas inovadoras como o premiado Pão Pantaneiro, feito com carne de sol e pequi. Continue lendo

Características sócio-econômicas do Brasil estimulam o espírito empreendedor do jovem

Crédito: Anderson Viegas

O Brasil ocupa a terceira posição no ranking mundial de participação de jovens empreendedores na economia, com 25%, sendo superado apenas pelo Irã, com 29% e a Jamaica, com 28%. Os dados da pesquisa da Global Enterpreneurship Monitor (GEM), feita com apoio do Sebrae, Sesi e Senai em 2008 e que traça um perfil do empreendedorismo no País.

A pesquisa aponta que no Brasil assim como nos outros países que estão no topo dessa lista, as características sócio-econômicas acabam levando o jovem a empreender, seja por necessidade, em razão da falta de vagas no mercado de trabalho, ou por oportunidade, quando ele descobre um nicho de mercado em que pode se destacar.

O jovem empreendedor por necessidade tem um nível de escolaridade de 5 a 11 anos. Atua preferencialmente no setor de serviços e de transformação, obtendo uma renda de um a três salários mínimos de média. Continue lendo

Empreendedorismo/Inovação

Dona Inês é uma mulher simples, filha de imigrantes japoneses, sempre viveu no interior e passou a maior parte da sua vida tirando o sustento da terra, num pedaço de terra no interior de São Paulo. Primogênita de uma família com mais 8 irmãos, Inês teve que abrir mão de sua formação básica educacional para ajudar a sustentar a família e por isso não passou da quarta série do ensino fundamental.

Não querendo se conformar com esta vida sofrida, ao atingir a maioridade parte para a capital em busca do sonho de uma vida melhor. Em São Paulo, faz um curso de corte e costura, e passa a viver disto, atendendo freguesas em casa e, junto com o salário do marido, oficial de farmácia, começa a construir seu patrimônio, grão por grão.

A vida não foi fácil para ela. Já foi internada em clínica de tratamento de stress, sofreu um acidente automobilístico que quase lhe tira a vida, sua casa foi roubada por duas vezes e perdeu quase todos os seus bens, entre outras vicissitudes que só aumentaram sua determinação e força para pavimentar um caminho sempre ascendente rumo à sua visão.

Todas estas experiências substituíram a falta de formação e, a despeito da origem humilde, é uma mulher sábia e inteligente. Conduzindo a família com muita perseverança e positivismo, conseguiu colocar os dois filhos na faculdade e lhes deu uma chance de construir uma vida melhor do que a que ela teve. Eles cumpriram o prognóstico, vivem confortavelmente e lhes deram 5 netos que amam esta avó. Continue lendo

Alemão (BBB), o homem dos mil negócios

alemao

Marketing, construção e internet: o ex-BBB faz de tudo para multiplicar seu milhão.

 

Formado em Administração de empresas, Diego Gasques, o Alemão, ficou famoso em 2007, quando conquistou o prêmio de R$ 1 milhão no Big Brother Brasil. Venceu com 91% dos votos a seu favor, número recorde na história do programa. O jovem de cabelos arrepiados ganhou o reality show porque era, antes de tudo, um bom estrategista. A partir daí, foi um passo para se tornar empreendedor.

 

Hoje, aos 28 anos recém-completados, o antes confinado Diego maneja uma rotina lotada de reuniões, projetos, entrevistas e viagens, com a ambição de conquistar igual fama no mundo dos negócios. Como tática, ele se valeu dos contatos que fez com empresários e profissionais de comunicação, gente que conheceu durante eventos, e da sua própria experiência como garoto-propaganda e agente de outros BBBs. ”Nas festas, percebia as falhas de organização e vi que eu mesmo poderia fazer melhor.” Continue lendo

Caso de Sucesso – “Sonho que se sonha junto: Liartte”

Empresária Ligia mostra peça de artesanato com tema japonês

Empresária Lígia mostra peça de artesanato com tema japonês

A filha mais nova da família Oizumi seguiu o rumo do empreendedorismo desde muito cedo. Lígia nasceu em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, um estado voltado ao agronegócio. Em 2008, a cidade apresentava uma riqueza na diversidade de culturas, trazidas pelos imigrantes de vários países, e contava com a terceira maior colônia japonesa do País. Em feiras e pontos turísticos, a culinária do Japão se destacava. O sobá1, entre outros, foi incorporado como um prato preferido na região.

Campo Grande, bom centro comercial, era o portal do turismo, pois estava próxima das fronteiras abertas de dois países irmãos, Paraguai e Bolívia, o que fomentava o fluxo de turistas para compras, bem como os passeios ecológicos em cidades da região do Pantanal e de Bonito, famosos pelas belezas naturais.

Lígia decidiu, em 2005, que precisaria ajudar seus parentes que estavam trabalhando no Japão a retornar definitivamente para o Brasil. Sendo assim, era necessário encontrar em Campo Grande uma fonte de renda para eles.

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