Características sócio-econômicas do Brasil estimulam o espírito empreendedor do jovem

Crédito: Anderson Viegas

O Brasil ocupa a terceira posição no ranking mundial de participação de jovens empreendedores na economia, com 25%, sendo superado apenas pelo Irã, com 29% e a Jamaica, com 28%. Os dados da pesquisa da Global Enterpreneurship Monitor (GEM), feita com apoio do Sebrae, Sesi e Senai em 2008 e que traça um perfil do empreendedorismo no País.

A pesquisa aponta que no Brasil assim como nos outros países que estão no topo dessa lista, as características sócio-econômicas acabam levando o jovem a empreender, seja por necessidade, em razão da falta de vagas no mercado de trabalho, ou por oportunidade, quando ele descobre um nicho de mercado em que pode se destacar.

O jovem empreendedor por necessidade tem um nível de escolaridade de 5 a 11 anos. Atua preferencialmente no setor de serviços e de transformação, obtendo uma renda de um a três salários mínimos de média. Continue lendo

É o olho do empresário que engorda o lucro

imagemVocê tem ou já teve um sítio ou uma chácara onde administrava a distância e só ia lá uma vez por mês para pagar as contas e o caseiro?

É sócio ou já foi sócio com alguém, onde você só entrou com o dinheiro e o sócio com o trabalho e você não está presente para administrar e nunca dá lucro?

É isso o que acontece com a maioria dos empresários das indústrias de pequeno porte, eles ficam tão envolvidos com as vendas, que deixam as compras, o controle de estoque, a qualidade do produto, o fluxo de caixa, o contas a pagar, o contas a receber, a formação do preço de vendas e a lucratividade dos produtos por conta de funcionários que muitas vezes não estão preparados ou não tem a visão de conjunto da empresa. Continue lendo

Sua empresa se preocupa com as FORMIGAS ou com os ELEFANTES?

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Imagine que estes dois animais são problemas ou desafios para as empresas, e se não forem tratados travam o processo de crescimento, de vendas ou de agilidade. O tipo de tratamento dado a cada um é verificado no processo de tomada de decisão que você conduz na empresa.

A confusão se dá principalmente entre o pessoal e o profissional. Esta mistura tem alguns reflexos dentro das organizações, que na prática refletem diretamente no grande tempo que se gasta com determinadas situações sem importância nenhuma para o futuro da empresa, ou seja, quando o empresário fica o dia inteiro matando as FORMIGAS.

Lembro claramente de uma empresa pequena que possuía dois sócios, um que entrou com o investimento, e quase não se fazia presente, enquanto o outro entrou com o trabalho. Em uma das reuniões o sócio “que entrou com o trabalho” estava mostrando uma planilha de quanto deveria aumentar o estoque para atender às demandas pelas novas vendas, em virtude do aumento de duas pessoas na área comercial. Continue lendo

Pequenos negócios e finanças

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Entrou no ar, hoje, mais um canal de orientação e informação para micro e pequenos empresários. Trata-se do blog ‘Pequenos Negócios & Finanças’, que abordará temas relacionados ao acesso a serviços financeiros.

No blog, além de temas relevantes e de interesse para o debate do acesso a serviços financeiros pelos pequenos negócios, o visitante terá a oportunidade de conhecer melhor as áreas de atuação da Uasf: Sistemas de Garantias de Crédito, Cooperativismo de Crédito, Meios Eletrônicos de Pagamento, Microfinanças, Capital Empreendedor e Orientação para Serviços Financeiros. Conheça o novo blog do Mundo Sebrae e registre a sua opinião.

Fonte: Mundo Sebrae

10 erros numa campanha de publicidade

coca-cola-azul41. Não definir claramente o “target” da campanha
Afinal, a quem se dirige a campanha de publicidade? Se não conseguir responder sem hesitar, é melhor não passar às fases seguintes do processo. E não é aceitável dizer que “o alvo da campanha são todos os consumidores”. Nunca se consegue captar a atenção de todos eles. Mesmo para produtos de grande consumo, uma campanha de publicidade só pode ir em frente se tiver o público-alvo bem definido.

2. Não se distinguir da concorrência
Não conseguir descobrir o essencial acerca da marca [algo único e distintivo] que seja digno de destaque, e que nos ajude a motivar e conquistar o consumidor, é garantir o insucesso da campanha. É um erro que advém da falta de uma orientação estratégica clara. Continue lendo

MEI – Micro Empreendedor Individual

Está para ser votado no Senado um projeto que pretende tirar da informalidade milhões de trabalhadores. São microempreendedores que tenham faturamento de até R$ 36 mil por ano.

Ser reconhecido pela lei é sonho de muitos pequenos comerciantes.Pelo projeto, o microempreendedor terá direito a conta bancária e acesso a crédito. Para isso, o empresário não pode ter sócio e deve ter no máximo um empregado.

A proposta pode mudar a vida de quem hoje trabalha na informalidade. Não paga impostos mas por outro lado não tem direito à aposentadoria ou a qualquer outro benefício como licença-maternidade e auxílio-doença. Pelos cálculos do Sebrae, cerca de 4 milhões de empresas podem ser criadas com a aprovação do projeto.
Basta ter um pequeno negócio, com faturamento de até R$ 36 mil por ano e no máximo um empregado.

Clique aqui para ler mais

 

Por Mundo Sebrae

A importância do conhecimento antes de iniciar uma empresa

0É fato que quando iniciamos um projeto, quer seja a abertura de uma empresa ou uma simples mudança de residência, estamos mais ansiosos para iniciar a parte operacional (fazer ou por a mão na massa), do que em pensarmos e planejarmos em como deve ser feito.

Mas o que o empresário deveria saber ou deixou passar quando da abertura de sua empresa? Leia mais no Beco com Saída.

Por Mundo Sebrae

A sua empresa ainda se alimenta de papinha de bebê?

A realidade de muitas empresas inicia com o seu proprietário fazendo praticamente todas as atividades, sozinho, no balcão de loja, vendendo seus produtos, recebendo, dando o troco. Então, o proprietário não consegue mais vender e dar o troco porque o fluxo de pessoas aumenta, e quando menos se percebe precisa de mais um funcionário. Desta forma passa para o caixa, ficando apenas com esta função. Como uma empresa que vende muito precisa também comprar muito, o empresário não consegue mais ficar no caixa, realizar todas as compras e ainda administrar a empresa. Inevitavelmente tem que contratar, confiar e gerenciar alguém para trabalhar no caixa da empresa.

Este exemplo mostra como uma empresa passa por vários “Colapsos”, pois caso o empresário sempre mantenha o padrão inicial de administração “com a barriga encostada no balcão vendendo”, o próprio modelo de gestão ou “o jeitão”, que deu muito sucesso no passado, pode ser o que está abortando qualquer possibilidade de crescimento da empresa. É como se você, hoje, com trinta ou quarenta anos tivesse ainda se alimentando de papinha de bebê, porque quando nasceu era assim, deu certo, e vai ser assim. Continue lendo

Marketing de guerilha para pequenas e médias empresas

Empreendedores buscam cada vez mais, técnicas de marketing adaptáveis às características de seu mercado por razões muito simples: concorrência feroz, queda na margem de lucro, globalização, entre outras situações que tiram o sono dos empresários. E neste mercado cada vez mais concorrido, a empresa que estabelece meios de comunicação com seus clientes, melhora sua exposição e imagem, amplia seu mercado e aumenta seu faturamento.

Sendo assim, descrevemos abaixo 10 dicas de como o pequeno e médio empreendedor poderá se diferenciar da concorrência adotando técnicas de marketing de guerilha.

1 – Mercado
O sucesso da pequena e média empresa está diretamente relacionado ao desempenho do empresário. Manter-se atualizado, “antenado” com o seu mercado, monitorar a concorrência, acompanhar tendências e lançamento de novas tecnologias e produtos, são regras básicas para o bom desempenho de sua empresa;

2 – Marketing em casa
Monte um pequeno grupo de marketing com os funcionários da empresa. Continue lendo

As empresas e a pequena relação com as mulheres

Ocupando 39% dos empregos formais de Mato Grosso do Sul, estas profissionais possuem 49% de todos os cargos de direção, chefia e magistrado, somando-se, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (Fonte: RAIS 2006).

Apesar disso, este grande número de trabalhadoras ainda representa um segmento de clientes pouquíssimo pensado pelas empresas de comércio e serviços. São consumidoras que tem como realidade um tempo livre cada vez menor, por isso preferem dedicá-lo à família e a si própria do que aos demais afazeres.

Observe: quantos e quais produtos e serviços são destinados a este público? A sua empresa, já pensou nas mulheres como consumidoras? Continue lendo