Sucesso nos negócios depende de bom planejamento

Não sabendo como investir o dinheiro redebido após ser demitido de uma cooperativa agrícola, Augusto foi aconselhado a investir em uma lan house.  Chamou para fazer sociedade seu cunhado Marcelo, que é publicitário e que tinha um know how na área e que também estava disposto a investir um capital.

Eles alugaram um espaço comercial e mobiliaram. Augusto comprou os computadores, Marcelo financiou os móveis e configurou toda a rede nos equipamentos e o material de divulgação para que os clientes conhecessem a empresa.

A princípio, Marcelo explicou que o plano de negócio elaborado era apenas um investimento inicial, na qual, os sócios só pagaram contas durante um ano. Lucro mesmo não existiu. Depois de um ano, Augusto sofreu uma crise em seu casamento e acabou se separando de sua esposa. A situação se complicou mais ainda porque ele entrou em depressão. Marcelo então seguiu adiante o funcionamento da lan house, e sabendo que não teria como conciliar os seus trabalhos paralelos com a empresa decidiu fecha-lá depois de dois anos de muito esforço.

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Planejamento de Negócios

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Tem muita gente querendo pescar com as mesmas técnicas e movimentos achando que vai ganhar em cima dos mesmos peixes e lugares comuns, mas é muito difícil avançar por onde todos querem. Quando o domínio é sobre o mais ou menos, são os espertos (com muito respeito) que criam as oportunidades sugando vantagens pelo despreparo do vizinho e ausências naturais dos padrões decisórios dos clientes.
Como sempre para a maioria resta o consolo de que no futuro um dia as coisas podem mudar, afinal para que serve os direitos democráticos do auto questionamento, se não o de criar alternativas para substituir o entupimento burocrático das nossas próprias vidas e atividades, evitando que o nada atravesse a complementação do esforço pela evolução e o domínio das situações. Continue lendo

Quando a paixão quebra a empresa

artigopaixaoAutor: Marcílo Moreira (Sebrae/MS)

Gostar da atividade em que trabalha é importante e contribui principalmente para que se tenha qualidade de vida, na fase inicial em que é exigida uma dedicação integral e total à empresa, porém apaixonar-se cegamente pelo que faz pode levar ao fracasso.

Todos nós conhecemos casos de pessoas que abrem suas empresas e em pouco tempo começam a enfrentar dificuldades, problemas com capital de giro e, de repente, a empresa fecha. Imediatamente nos vem o questionamento: Por quê ? Continue lendo

A sua empresa ainda se alimenta de papinha de bebê?

A realidade de muitas empresas inicia com o seu proprietário fazendo praticamente todas as atividades, sozinho, no balcão de loja, vendendo seus produtos, recebendo, dando o troco. Então, o proprietário não consegue mais vender e dar o troco porque o fluxo de pessoas aumenta, e quando menos se percebe precisa de mais um funcionário. Desta forma passa para o caixa, ficando apenas com esta função. Como uma empresa que vende muito precisa também comprar muito, o empresário não consegue mais ficar no caixa, realizar todas as compras e ainda administrar a empresa. Inevitavelmente tem que contratar, confiar e gerenciar alguém para trabalhar no caixa da empresa.

Este exemplo mostra como uma empresa passa por vários “Colapsos”, pois caso o empresário sempre mantenha o padrão inicial de administração “com a barriga encostada no balcão vendendo”, o próprio modelo de gestão ou “o jeitão”, que deu muito sucesso no passado, pode ser o que está abortando qualquer possibilidade de crescimento da empresa. É como se você, hoje, com trinta ou quarenta anos tivesse ainda se alimentando de papinha de bebê, porque quando nasceu era assim, deu certo, e vai ser assim. Continue lendo