Eles são cerca 96 milhões de brasileiros, ou seja, quase metade da população do País, que é 193 milhões de pessoas, segundo o IBGE. Tem renda média entre três e dez salários mínimos e estão na base da pirâmide social. Nos últimos anos melhoraram de vida. Tem mais renda e mais crédito, o que fez com que crescesse o interesse do mercado nestes consumidores.
Segundo o publicitário Renato Meirelles, diretor do Data Popular, primeiro instituto de pesquisa do Brasil voltado para o mercado de baixa renda, a tendência é que cada vez mais as empresas de todos os portes invistam em produtos diferenciados e melhoria do atendimento a chamada classe C, ou classe média, e não somente a ela, mas também a D e a E.
Nesta entrevista ao Conexão Sebrae/MS, Meirelles, que também é colunista de diversas revistas, editor do site Brasil de Verdade e que já conduziu mais de 200 estudos sobre o comportamento do consumidor de baixa renda no Brasil fala sobre o crescimento desse mercado e a tendência para este ano.
Sebrae/MS – È um fenômeno recente o mercado estar mais atento as demandas das classes da base da pirâmide social do País?
Renato Meirelles – Na verdade o fenômeno da entrada dos consumidores da base da pirâmide social, das classes C, D e E, com maior ênfase no mercado se deu em dois momentos no País. O primeiro há 15 anos com o Plano Real, quando ocorreu o controle da inflação. Continue lendo
Evento começa nesta segunda-feira e oferece programação diversificada em vários locais de Campo Grande
Você sabe como vender o invisível? Algo que o cliente não enxerga e nem toca? Esse é um grande desafio para a empresa do futuro, vender prestação de serviço, agilidade, credibilidade, conforto, praticidade, tempo, economia, confiança e atendimento memorável. Todos esses aspectos citados são intangíveis, ou seja, o cliente não toca, mas o sente.